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Mostrando postagens de janeiro 13, 2012

O Belo e o Feio

O Belo e o Feio O mundo ama o belo, o bom aroma, o paraíso. As pessoas o veneram, escolhem o agradável, O tratam com bom zelo. Por onde   o belo  passa seduz olhares atentos. O belo argumenta com sofisma, à si mesmo elogia. Mas o feio, pobre feio, sofre para ser feliz. Feio é feio e o desprezam, é ablativo. O feio não pode argumentar, repugnam o abjeto. Sai o feio entra o belo... Mas o belo pode não ser rico, tende a alma a visão. E o feio trabalhoso enriquecido, pende para as coisas do coração. O feio é conciso, é belo não bonito! São dois misteres substutivos e co-existentes Por nosso bel servir. O claro e a escuridão, a reza e o  Belo e o feio, você e eu... Por: Paulo Siuves

O Beijo

O Beijo Um ósculo, um beijo, um sonho a se realizar; A primeira conquista de um ser amante. O ato de beijar, a rigor do verbo, é colar a boca em alguma pessoa em sinal de afeto. É o sonho de todo adolescente que espera como troféu da beldade em seus love dreams. É a recompensa depois de uma longa cruzada. Um ósculo santo ou maculado, entre meros amigos ou intensos apaixonados, é o que inspira o amor, um affaire. É o que espero de você, com um estalido que vou guardar no coração e na memória. Uma mescla de afeto e paixão, de um só momento com a eternidade, da sua história com a minha. Onde vou guardar esse fragor se minh’alma extática não consegue recompor-se da sublimação desse beijo enamorado? Esse estalo, ainda que breve esse som que rebenta e expõe os meus desejos antes secretos, de colar em sua boca rubra como a paixão que eu inventei e por ela sobrevivo? E como subtrair às vistas alheias a minha euforia causada por seu beijo? Por: Paulo Siuves